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Júlia
acordou na manhã seguinte com o corpo ainda dolorido, marcado pela força com
que a entidade a havia possuído. Sua buceta estava levemente avermelhada, e
ainda escorria esperma de dentro dela. No entanto, Júlia estava radiante, com
um sorriso que ia de ponta a ponta da boca, lembrando de cada detalhe daquela
experiência intensa e sobrenatural. Ela nunca imaginara que uma transa poderia
deixá-la tão feliz e leve. Tão feliz que preparou um café da manhã especial e
reforçado.
Algumas
horas depois, seu marido acordou. Ele reclamou que, apesar de ter dormido a
noite toda, sentia-se cansado, como se tivesse passado a noite em claro.
Levantou-se, deu um beijo na testa dela e foi tomar café. Eduardo notou como
Júlia estava feliz e perguntou o motivo. Ela apenas respondeu que havia dormido
muito bem, e era só isso. Ele nem imaginava o que havia acontecido, como a
entidade havia tomado seu corpo e fodido sua esposa como uma putinha, do jeito
que ela realmente merecia ser tratada na cama.
Enquanto
se arrumava para ir trabalhar, Júlia não conseguia tirar os pensamentos daquela
figura sombria e do prazer avassalador que ele havia proporcionado. A velha do
parque, a transformação do marido, o corpo musculoso e o pênis enorme que a
havia preenchido de uma forma que ela nunca imaginara ser possível — tudo
parecia um sonho, mas as marcas no corpo e a sensação de satisfação profunda
confirmavam que havia sido real.
No
trabalho, Júlia estava distraída. As reuniões pareciam intermináveis, e cada
momento de silêncio era preenchido com lembranças da noite anterior. Ela se
pegava imaginando quando poderia repetir aquela experiência, mas, ao mesmo
tempo, uma parte dela se sentia culpada por desejar algo tão obscuro e proibido.
À
noite, de volta em casa, o marido estava no sofá, assistindo televisão como de
costume. Ele nem sequer notou a mudança nela, a energia diferente que agora
emanava de seu corpo. Júlia o observou por um momento, comparando mentalmente a
figura relaxada e desleixada do marido com a versão transformada e poderosa que
a havia possuído na noite anterior. A diferença era gritante, e o desejo dentro
dela crescia novamente.
Ela se
trancou no banheiro, olhando-se no espelho e pensou: Será que estalo os dedos
novamente?
"Estale
os dedos duas vezes," a voz da velha ecoou em sua mente. Júlia hesitou,
mas o desejo era forte demais para ser ignorado. Ela levantou as mãos e estalou
os dedos duas vezes, o som ecoando no espaço pequeno do banheiro.
Quase
imediatamente, uma sensação de frio percorreu o ambiente. A luz do banheiro
piscou, e Júlia sentiu uma presença atrás dela. Ela se virou e viu a sombra
novamente, aquela figura disforme e escura que parecia rir silenciosamente.
"Você me chamou, sua safada? A noite anterior não foi o suficiente para
você?" A voz grave e rouca sussurrou, preenchendo o ar com uma energia
pesada e sedutora.
Júlia,
agora mais corajosa, decidiu perguntar. "Quem... quem é você?" Ela
gaguejou, tentando manter a voz firme.
A
sombra riu, um som baixo e ecoante. "Eu sou um íncubo, um demônio,"
ele respondeu, a voz carregada de uma malícia que fez Júlia estremecer.
"Eu me alimento de sexo, de prazer, de desejo. E você... você é uma
refeição deliciosa."
Júlia
sentiu um frio na espinha, mas o desejo ainda queimava dentro dela. "E meu
marido... o que acontece com ele?"
O
íncubo sorriu, revelando dentes afiados. "Eu me alimento também da energia
vital dele enquanto o possuo. Quanto mais eu entro nele e te como, mais eu sugo
a força vital dele. Cuidado, Júlia... se você continuar me chamando
constantemente, ele pode não aguentar"
Ela
hesitou, mas o desejo era forte demais. "Mas hoje eu... eu quero
mais," ela sussurrou, quase sem querer.
O
íncubo riu novamente, um som que ecoou em sua mente. "Como você desejar."
Ele se
moveu rapidamente em forma de uma fumaça preta, atravessando a porta do
banheiro e entrando na sala onde o marido dormia no sofá. Júlia seguiu,
observando enquanto a figura escura entrava no corpo do marido mais uma vez.
Desta
vez, a transformação foi ainda mais rápida e intensa. O corpo do marido se
expandiu, os músculos surgindo como se estivessem sendo esculpidos. O pênis
dele não cabia dentro da cueca que o marido de Júlia usava, pulsando com uma
energia quase palpável. Ele abriu os olhos, e o brilho amarelo e selvagem tomou
conta deles. Tirou a cueca, e o pau dele pulou para fora, junto com as bolas
gigantes, e ele foi pelado em direção ao banheiro onde estava Júlia.
— Você
quer mais, não é?" Ele perguntou, a voz carregada de uma promessa obscena.
Júlia
não precisava responder. Ela já estava nua, sentindo o desejo queimando dentro
dela. Ele a segurou pelo pescoço e disse:
— Sua
vagabunda, eu não sou bonzinho, sou um demônio. Mas vou te alertar novamente:
não me chame várias vezes, se não o corpo do seu marido não vai aguentar. Falo
isso porque o corpo do seu marido e você são uma fonte de alimento preciosa
para mim.
Ele a
agarrou com força, lambeu seu pescoço com sua língua bífida, igual à de uma
cobra, e foi deslizando com a língua pelo corpo de Júlia até chegar em sua
vagina, que já estava encharcada.
O
íncubo então começou a fazer um oral nela, introduzindo sua língua dentro da
buceta de Júlia. Ela se contorcia de prazer e gemia alto, segurando-se forte
nas paredes do banheiro. Após alguns minutos, a entidade disse:
— Você
já está molhadinha. Hora de introduzir o meu mastro dentro dessa buceta, não é
isso que você quer, Júlia?
—
Simmmm, me possua! Quero tudo dentro de mim! — Ela gritou, entregue ao desejo.
Ele a
levantou como se ela não pesasse nada. Júlia envolveu as pernas em torno de sua
cintura, sentindo o pênis enorme pressionando sua buceta. Ele a empurrou contra
a parede, penetrando-a com uma força que a fez gritar de prazer. Ela sentia
cada centímetro daquele pênis enorme invadindo o corpo dela, entrando cada vez
mais fundo. Cada movimento era intenso, cada socada mais profunda que a
anterior. Júlia se agarrava a ele, sentindo o corpo dele suando e pulsando
contra o dela.
— De
quatro, agora — ele ordenou, com uma voz que não admitia desobediência.
Júlia
obedeceu imediatamente, apoiando-se nas mãos e joelhos, com as nádegas
empinadas para ele. O chão frio do banheiro contrastava com o calor que
queimava dentro dela. Ela sentiu suas mãos grandes agarrando suas curvas,
apertando e massageando sua carne antes de dar um tapa forte em uma de suas
nádegas. O som ecoou no banheiro, e Júlia gritou de prazer, sentindo a pele
queimar onde ele a havia tocado.
— Você
é tão gostosa assim, de quatro — ele sussurrou, passando os dedos pela entrada
de sua buceta, já encharcada.
Júlia
gemeu, empinando ainda mais o quadril, implorando por ele sem palavras. O
íncubo não a fez esperar mais. Ele posicionou a ponta de seu pênis enorme na
entrada de sua buceta, pressionando levemente antes de empurrar para dentro de
uma vez.
—
Isso... você é tão apertadinha — ele rosnou, agarrando seus quadris com força e
começando a se mover.
Cada
socada era profunda e poderosa, fazendo Júlia gemer e se contorcer de prazer.
Ele a puxava para trás, encontrando seu corpo com uma força que a fazia sentir
que estava sendo possuída de verdade. Suas mãos grandes agarravam seus quadris,
deixando marcas vermelhas na pele, enquanto ele a fodia com uma intensidade que
a deixava sem fôlego.
— Você
gosta disso, não é? — ele perguntou, sua voz rouca e cheia de malícia. — Gosta
de sentir o pau de um demônio te enchendo, te possuindo completamente?
— Sim!
— Júlia gritou, sua voz tremenda de prazer. — Eu sou sua... sua putinha, sua
vagabunda!
O
íncubo riu, um som baixo e ecoante, antes de aumentar o ritmo. Ele a fodia com
uma força avassaladora, cada movimento fazendo Júlia gemer mais alto. Ela
sentia o corpo dele batendo contra o dela, o som úmido de sua buceta sendo
preenchida ecoando no banheiro. Suas mãos agarravam o chão frio, tentando se
segurar enquanto ele a levava ao limite.
Júlia
não conseguia pensar, não conseguia fazer nada além de sentir. Cada socada dele
a levava mais perto do orgasmo, e ela sabia que não aguentaria por muito tempo.
O íncubo parecia saber disso também, porque ele agarrou seus cabelos novamente,
puxando sua cabeça para trás e sussurrando em seu ouvido:
— Vai
gozar para mim, sua vagabunda. Goza no meu pau.
Ela
não precisou de mais incentivo. Com um grito abafado, Júlia atingiu o clímax,
seu corpo tremendo violentamente enquanto o prazer a inundava. O íncubo não
parou, continuando a se mover dentro dela enquanto ela gozava, prolongando seu
orgasmo até que ela mal conseguia se manter de joelhos.
—
Isso... goza toda no meu pau — ele rosnou, antes de finalmente alcançar seu
próprio clímax.
Logo
em seguida Júlia sentiu o calor do esperma dele enchendo seu útero, uma
sensação que a fez gemer mais uma vez, mesmo já estando completamente exausta.
Ele continuou se movendo por alguns momentos, aproveitando cada última gota de
prazer antes de finalmente parar. Ela se sentia mulher novamente, em sentir
aquele líquido todo dentro dela. Era uma sensação boa, e ela desejava que todas
as mulheres do mundo pudessem sentir algo assim.
— Você
é minha agora — ele sussurrou, soltando seus cabelos e deixando-a cair no chão
do banheiro, completamente exausta.
Júlia
ficou deitada ali, ofegante e tremendo, com o corpo ainda pulsando de prazer.
Ela sabia que aquilo era perigoso, que estava se envolvendo com algo que não
entendia completamente, mas o desejo ainda queimava dentro dela, mais forte do
que nunca. E, no fundo, ela já sabia que iria acabar o chamando de novo.
Na manhã seguinte, o marido acordou sentindo-se extremamente cansado. Ele reclamou de dores no corpo e uma fraqueza que não conseguia explicar. Júlia o observou com um misto de culpa e preocupação, mas o desejo ainda queimava dentro dela, mais forte do que nunca.
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