Júlia aos seus 35 anos respirava fundo, sentada à beira da cama,
enquanto o ronco do seu marido de 38 anos ecoava pelo quarto.
Dez anos de casamento e aquele vazio que crescia
dentro dela parecia insuportável. A falta de toques, de carÃcias, de paixão e
de sexo. Ela se sentia invisÃvel e não desejada, como se o desejo que um dia os
unira tivesse se dissipado no ar, deixando apenas a rotina e o silêncio.
Naquela tarde, enquanto fazia sua caminhava pelo
parque, uma figura sombria surgiu em seu caminho. Era uma velha de aparência
macabra, com olhos profundos que pareciam enxergar além da superfÃcie.
"Está insatisfeita, não está?" A voz da velha era rouca, mas
carregada de uma estranha autoridade. Júlia hesitou, mas acabou concordando com
um aceno de cabeça. A velha sorriu, revelando dentes amarelados. "Estale
os dedos duas vezes enquanto ele dormir. As coisas vão mudar."
Naquela noite, Júlia não conseguia dormir. A
promessa da velha ecoava em sua mente, misturando-se ao ronco do marido.
Finalmente, ela decidiu tentar. Sentou-se na cama, olhou para o corpo relaxado
do marido acima do peso e roncando e estalou os dedos duas vezes. O som ecoou
no quarto, seguido por um silêncio pesado.
De repente, uma sombra surgiu ao lado do marido,
uma figura disforme que parecia feita de pura escuridão. A sombra se moveu
rapidamente, entrando pelo nariz do marido. Ele se contorceu, os músculos se
expandindo como se estivessem sendo moldados por mãos invisÃveis. O peito dele
se tornou largo e definido, os braços ganharam veias salientes, e o abdômen
ficou tanquinho, como o de um atleta. Júlia observou, fascinada e assustada,
enquanto o corpo do marido se transformava diante de seus olhos. E então, Júlia
notou algo mais: o pênis dele, que antes era modesto de 14 cm, agora era enorme
deveria ter uns 40 cm, imponente, pulsando e cheio de veias, com a cabeça do
pau parecendo um cogumelo e vermelha, com uma energia quase demonÃaca. O saco
dele dobrou de tamanho, pesado e cheio, balançando entre as pernas musculosas.
O marido — ou o que quer que estivesse controlando
seu corpo — abriu os olhos, e Júlia viu que eles estavam amarelos e brilhantes
igual ao um olho de lobo. "É sexo que você quer?," ele disse, a voz
grave e carregada de uma promessa obscena. "Eu vou te comer igual uma puta
e te deixar toda arrombada."
Júlia estava deitada apenas de calcinha e camiseta,
e antes que pudesse reagir, ele se moveu com uma velocidade sobrenatural. Suas
mãos grandes rasgaram a calcinha dela, expondo sua buceta, raspada e úmida de
desejo. Ele a virou de quatro na cama, segurando firmemente sua cintura com as
mãos fortes. Júlia sentiu o peso do corpo dele sobre ela, a pressão do pênis
enorme contra suas buceta, querendo entrar.
Ele a penetrou com uma força que a fez gritar, mas não de dor — era um grito de prazer, de uma intensidade que ela nunca havia experimentado. O pênis dele era tão grande que ela podia sentir cada centÃmetro dentro dela, inchando sua barriga com cada movimento, ela babava com tanto prazer que nunca tinha sentido e ficava pensando como um membro daquele tamanho conseguia ficar todo dentro dela.
Ele a comia com uma fúria selvagem, cada socada
mais intenso que o anterior. Júlia se agarrava às costas dele, as unhas
cravando-se na pele musculosa, enquanto gemidos escapavam de seus lábios. O
quarto estava cheio de sons: o impacto dos corpos, os gemidos roucos dele, os
gritos de êxtase dela. Era como se o próprio demônio estivesse extraindo cada
gota de prazer de seu corpo.
Ela podia sentir o saco pesado dele batendo contra
suas coxas, o calor do corpo dele envolvendo o dela. O prazer era avassalador,
cada movimento dele levando-a ao limite. Ele a puxava para trás, fazendo com
que ela sentisse ainda mais profundamente o pênis enorme dentro dela.
Depois de trinta minutos de uma foda que parecia
interminável, ele finalmente explodiu dentro dela, enchendo seu útero com uma
quantidade absurda de esperma. Quando ele tirou o pau de dentro dela, Júlia
podia ver o volume de esperma saindo de dentro dela e sua buceta toda aberta e
melada, uma quantidade de porra que nenhum homem conseguiria produzir.
Ela estava
exausta, mas completamente satisfeita, delirando de prazer.
O demônio então se deitou ao lado dela, e a sombra
saiu do corpo do marido, que voltou ao normal e a roncar, continuando a dormir
como se nada tivesse acontecido. A figura sombria olhou para Júlia com um
sorriso maligno. "Quando quiser mais," ele sussurrou, "é só
estalar os dedos duas vezes, que eu venho para te comer."
E então, desapareceu, deixando Júlia sozinha com
seus pensamentos e o corpo ainda tremendo de prazer.
Se gostou comenta que eu continuo esse conto com mais capitulos......
2 Comentários
Quero mais,muito mais.
ResponderExcluirAnsiosa por mais capÃtulos 🥰
Quero mais
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