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Acabei comendo a minha vizinha novinha FINAL

 



Para quem não leu os anteriores links abaixo:

Parte 1- https://prazertotalblog.blogspot.com/2024/05/acabei-comendo-minha-vizinha-novinha.html

Parte 2 - https://prazertotalblog.blogspot.com/2024/06/acabei-comendo-minha-vizinha-novinha.html

Parte 3 - https://prazertotalblog.blogspot.com/2024/06/acabei-comendo-minha-vizinha-novinha_30.ht

Parte 4 - https://prazertotalblog.blogspot.com/2024/09/acabei-comendo-minha-vizinha-novinha.html

Os dias seguintes foram uma mistura de tensão e prazer. A rotina no hospital estava cada vez mais puxada, mas a relação com Carol e Júlia me mantinha animado. As duas pareciam ter combinado de me testar, e eu, claro, não ia recusar o desafio.

Uma noite, chegando em casa depois de um plantão exaustivo, encontrei as duas sentadas na calçada em frente à minha casa. Carol estava com um sorriso malicioso, enquanto Júlia parecia um pouco mais tímida, mas com um brilho nos olhos que não deixava dúvidas sobre suas intenções maldosas.

— Oi, doutor! — Cumprimentou Carol, levantando-se e se aproximando de mim. — A gente estava pensando... você deve estar cansado, né? Que tal a gente te ajudar a relaxar?

Júlia riu baixinho, cobrindo a boca com a mão, mas seus olhos não paravam de me devorar. Eu sabia exatamente o que elas queriam, e a ideia de ter as duas juntas me deixou instantaneamente excitado.

— Então, vocês querem me ajudar, é? — Perguntei, abrindo o portão e deixando-as entrar. — Vamos ver se vocês conseguem mesmo.

Dentro de casa, as duas já estavam à vontade. Carol foi direto ao ponto, puxando minha camisa para cima e começando a desabotoá-la. Júlia, mais tímida, ficou ao meu lado, passando as mãos pelas minhas costas enquanto Carol trabalhava na frente.

— Você tá muito tenso, doutor — disse Carol, soltando minha camisa e começando a descer pelo meu corpo com as mãos. — A gente vai te deixar bem relaxado.

Ela se ajoelhou na minha frente, abrindo minha calça e puxando meu pau para fora. Júlia, vendo aquilo, pareceu ganhar coragem e se ajoelhou ao lado dela, começando a beijar meu pescoço enquanto Carol me chupava.

— Nossa, que pau gostoso — murmurou Júlia, passando a mão por ele enquanto Carol o engolia. — Eu quero chupar também.

Carol soltou meu pau com um barulho bem algo de sucção e olhou para Júlia com um sorriso safado.

— Vai lá, sua vez — disse ela, dando espaço para Júlia.

Júlia não precisou de mais incentivos. Ela abocanhou meu pau com uma mistura de timidez e desejo, começando a chupar com uma técnica que, embora inexperiente, era incrivelmente excitante. Carol, por sua vez, ficou ao meu lado, beijando meu pescoço e passando as mãos pelo meu corpo.

— Isso, Júlia, chupa ele todinho — incentivou Carol, enquanto eu segurava a cabeça da garota, guiando seus movimentos.

Depois de alguns minutos, eu já não aguentava mais. Puxei Júlia para cima e a beijei com força, enquanto Carol descia pelo meu corpo, tirando minha calça e cueca completamente. Em segundos, eu estava pelado, com as duas garotas me tocando e me beijando.

— Quem vai primeiro? — Perguntei, olhando para as duas.

Carol e Júlia trocaram um olhar, e então Carol deu um passo à frente.

— Eu vou — disse ela, tirando o short e a calcinha em um movimento rápido. — Mas você vai ter que cuidar da Júlia depois, tá?

Eu ri, pegando Carol pela cintura e a colocando de quatro no sofá. Júlia ficou ao lado, assistindo com olhos arregalados enquanto eu melava meu pau com saliva e começava a penetrar Carol por trás.

— Ai, que delícia — gemeu Carol, empinando a bunda para mim. — Soca forte, doutor.

Eu obedeci, segurando seus quadris com força e começando a movimentar meu pau dentro dela. Júlia, ao nosso lado, estava se masturbando, com os dedos enfiados na própria buceta enquanto nos observava.

— Quer sentir também, Júlia? — perguntei, sem parar de foder Carol.

Ela balançou a cabeça, ansiosa, e eu a puxei para perto de mim. Enquanto continuava a socar Carol, comecei a chupar Júlia, lambendo sua buceta molhada e fazendo-a gemer alto.

— Ai, doutor, que gostoso — gemeu Júlia, segurando minha cabeça enquanto eu a chupava.

A cena era surreal: eu comendo Carol por trás enquanto chupava Júlia, as duas gemendo e se contorcendo de prazer. Quando senti que estava próximo de gozar, avisei:

— Carol troca com a Júlia vou finalizar nela

— Agora é a vez da Júlia.

Eu me virei para Júlia, que já estava deitada no sofá, com as pernas abertas e a buceta babando de tesão. Sem hesitar, melei meu pau novamente e comecei a penetrá-la, sentindo sua buceta apertada se ajustando ao meu tamanho.

— Ai, doutor, que gostoso — gemeu Júlia, segurando minhas costas enquanto eu a fodia.

Carol, ao nosso lado, estava se masturbando, assistindo tudo com um sorriso safado. Quando senti que estava perto de gozar falei:

— Vou gozar, Júlia.

Ela gemeu mais alto, apertando minhas costas com força. Com um último empurrão, enterrei meu pau até o fundo quase entrando no seu útero e jorrei dentro dela até a última gota de esperma, sentindo seu corpo tremer com o orgasmo.

— Ai, que delícia — gemeu Júlia, ainda tremendo. — Eu nunca senti nada assim.

Nós caímos pelados no sofá, exaustos e satisfeitos. As duas garotas se aconchegaram ao meu lado, e acabamos dormindo ali.

Os meses seguintes foram muitas emoções. Carol e Júlia continuaram a me procurar, cada uma com sua própria maneira de me seduzir. Carol, sempre ousada e direta, não perdia uma oportunidade de me provocar, seja com um olhar safado ou com um toque discreto quando passava por mim. Júlia, por outro lado, era mais tímida, mas quando estávamos a sós, ela se soltava completamente, mostrando um lado que eu nunca imaginaria que existia.

Natalia, minha ficante, começou a desconfiar que algo estava acontecendo. Um dia, ela chegou em casa mais cedo e me pegou no flagra com Carol. A cena foi tensa pois foi bem na hora que eu estava fudendo a Carol de 4 e gozando dentro dela, mas, para minha surpresa, Natalia não ficou brava. Em vez disso, ela olhou para Carol, depois para mim.

Eu tratei de tirar meu pau de dentro da Carol nisso, começou a vazar porra de dentro da Carol e um resto que saia do meu pau, Natalia soltou uma risada.

— Eu sabia que você era um safado mulherengo — disse ela, com um sorriso malicioso. — Mas não imaginava que você era tão bom em esconder isso.


Carol, sem perder a pose, apenas sorriu e disse:


— Ele é bom em muitas coisas mesmo olha minha buceta escorrendo esperma dele, Natalia. Você devia experimentar.


Natalia olhou para mim, e eu senti um frio na espinha. Mas, em vez de brigar, ela apenas balançou a cabeça e disse:


— Bem, se não pode vencê-los, junte-se a eles.


E foi assim que, para minha surpresa, as três mulheres da minha vida decidiram compartilhar meu tempo e atenção. Carol, Júlia e Natalia começaram a se encontrar comigo em diferentes momentos, e, eventualmente, até mesmo juntas. Foi uma experiência surreal, mas incrivelmente prazerosa.


No entanto, com o tempo, as coisas começaram a mudar. Carol decidiu que queria focar nos estudos e se preparar para o vestibular, enquanto Júlia começou a namorar um colega de escola. Natalia e eu continuamos juntos, mas nossa relação evoluiu para algo mais sério. Ela se formou em medicina junto comigo, e decidimos morar juntos.


Hoje, olhando para trás, vejo aquela fase da minha vida como um período de descobertas e prazeres intensos. Foi uma época em que eu explorei meus desejos mais profundos e vivi experiências que nunca esquecerei. Mas também foi um momento de aprendizado, onde entendi que o prazer físico, por mais intenso que seja, nem sempre é suficiente para preencher todas as necessidades de uma relação.


Carol e Júlia seguiram suas vidas, mas sempre que nos encontramos, há um olhar de cumplicidade e um sorriso que diz mais do que palavras. Natalia e eu estamos felizes juntos e agora ela está gravida, construindo uma vida que vai muito além do sexo, mas que ainda mantém a chama acesa.


E assim, a história que começou com um simples "Oi, vizinho" se transformou em uma jornada de paixão, desejo e autoconhecimento. Foi uma fase intensa, cheia de altos e baixos, mas que me moldou e me preparou para o que viria a seguir. E, no fim das contas, foi exatamente isso que eu precisava.

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